Contratei um cruzeiro marítimo para o período de 01 a 08/02/2003 com a Agência de Viagens CVC Tur, Ltda., no dia 20/11/2002, cuja reserva no valor de 25% foi pago em 28/11/2002, ocasião em que relacionei 10 cabinas para que a CVC conseguisse qualquer uma delas.
Surpreendentemente, no dia 02/01/03 recebi bilhetes de passagens para o cruzeiro de 04 a 11/01/03 em cabina e deck completamente diferentes. Devolvi-os, naturalmente.
Em dezembro/02, constatando que os preços haviam sido reduzidos, escrevi à CVC em 03/01/03 pleiteando a diferença mediante a reformulação das prestações. Poucos dias depois a CVC, por meio da agência de turismo intermediária, propôs a compensação do valor que fora reduzido o cruzeiro por duas passagens aéreas Londrina/São Paulo/Londrina, o que não provocou meu interesse.
Mais alguns dias, a CVC informou que as passagens aéreas não se destinavam à compensação e sim que faziam parte do pacote, e que eram de meu direito. Em sendo assim as aceitei. No dia 25/01/03, a CVC contradiz tudo, que não havia mais como dar as passagens aéreas porque anteriormente eu havia recusado. Ora, recusei a compensação não o direito às passagens que dizia integrar o pacote.
Em 30/01/03, dois dias antes do embarque recebi as passagens marítimas, embora emitidas em 23/01/03 pela CVC, São Paulo, verificando então, atônito, que a cabina a mim destinada além de não corresponder a nenhuma daquelas dez anteriormente relacionadas, ainda me ''premiaram'' com a última cabina da popa do navio. Contatei a CVC externando o meu desagrado, alegando a atendente e depois o superintendente, singelamente, que cada operadora possui um número limitado de cabinas, todavia, não se pode admitir que, conquanto tenham o mesmo padrão, possa uma operadora deter somente as mal localizadas, mormente considerando-se a grande antecedência da reserva. Por outro lado, é comum entre as operadoras a troca de lugares num intercâmbio de interesses, empenhando-se cada uma no atendimento de seus clientes. Naquela oportunidade, o superintendente ficou de ver se conseguia me mudar de cabina, não prometendo, porém, que me daria um retorno sobre o assunto.
Estou aguardando esse retorno até hoje. Quanto à diferença de preço, nenhum pronunciamento recebi. Tem-se a impressão que tanto a relação das cabinas enviada em novembro, como a carta de 03/01/03 foram penduradas no primeiro banheiro encontrado.
Durante a viagem marítima fiz alguns amigos. Dois deles ocupavam cabinas daquela minha relação, por eles reservadas pouco antes do Natal; outro reservara no início de janeiro/03; havendo um em especial que conseguiu 4 cabinas juntas para ele e seus parentes, no mesmo deck em que eu estava, de ótima localização, reservadas, pasmem, com apenas 5 dias antes da data de embarque, embora fossem cabinas externas, um pouco mais caras. A desídia e a negligência são patentes, a me despertar profundo repúdio à CVC.
Jomar Cordeiro da Silva, Rolândia.
A empresa responde:
O gerente responsável pela CVC, José Carlos, foi contatado pela Folha e não respondeu à reclamação.

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