O leitor reclama
''Novamente escrevo para esta coluna para ratificar o descaso da fábrica de colchões ORTOBOM de Arapongas. Após minha matéria ter sido publicada neste jornal em 12/10/02 o gerente administrativo Jeferson da Silva Soares solicitou que eu entrasse em contato com ele e informou que um representante da fábrica iria à minha residência verificar o colchão. Anotou meu endereço e telefones residencial e comercial. Após 3 semanas nada aconteceu. Tornei a entrar em contato, dessa vez com a sra. Márcia que atende no SAC da empresa e novamente me passaram para o sr. Jeferson, que novamente prometeu enviar alguém para verificar o colchão.
O Sr. José Carlos, marido da proprietária da loja ORTOBOM-CATUAÍ, onde adquiri o colchão entrou em contato comigo, novamente pegou meu endereço e telefones e marcou de fazer a verificação do colchão no dia 15/11/2002 - feriado. Até hoje o sr. José Carlos não compareceu, não ligou e nem se dignou a justificar-se.
Tudo isto vem mostrar que infelizmente o controle de qualidade e satisfação dos clientes realmente não fazem parte das propostas da referida fábrica e com tantas lojas de franquia da ORTOBOM sendo abertas na cidade resta apenas torcer para que meu caso seja realmente uma exceção e que outros consumidores não sejam prejudicados pela indiferença do fabricante e seus franqueados.'' Emilia Akemy S. Sasahara, funcionária pública.
A empresa responde
A Folha entrou em contato com o gerente da fábrica de colchões Ortobom, Jeferson da Silva Soares. Ele ficou de retornar a ligação na segunda-feira, mas não entrou em contato com a reportagem até o fechamento desta edição, que ocorreu ontem.





