Fernanda Musardo, consultora de negócios on-line, ressalta que o e-commerce tem sido a porta de entrada para muitas empresas porque há a possibilidade de começar devagar, com baixo estoque, evitando custos da loja física. No entanto, o grande desafio no universo on-line é atrair clientes. "Se eu tenho uma loja no shopping já tenho o público que passa por lá, na internet tenho que investir em todos os canais possíveis", explica. A consultora sugere o investimento nas chamadas adwords, ferramenta do Google. O funcionamento é simples: o usuário faz uma busca - tipo "comprar geladeira" - e os resultados aparecem. Quanto mais bem posicionada a empresa, mais acima vai ser sua exposição. As lojas físicas e virtuais, por outro lado, se igualam em riscos. Ambas precisam passar credibilidade, expôr um produto de qualidade e caprichar na embalagem e no prazo de entrega. "O problema da entrega é um ‘calo’ para todos os e-commerces, porque no Brasil só temos os Correios, que, eventualmente, entram em greve", destaca a consultora. Fernanda enfatiza que qualquer novo empreendimento deve partir de uma demanda do mercado, independente da plataforma. (C.F.)

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