Ovo não tem glamour. Foi o que apontou pesquisa qualitativa realizada em três capitais brasileiras – Porto Alegre, São Paulo e Recife. Fora o pequeno lugar de destaque do alimento à mesa do brasileiro, o levantamento mostrou que os consumidores desconhecem alguns benefícios e valores nutricionais do produto e convivem diariamente com alguns mitos relacionados ao alimento: colesterol, hormônios e salmonela.
  ‘‘Quem come ovo ou mortadela é pobre, acreditam as pessoas. Ninguém convida um amigo para almoçar em casa em um domingo e oferece ovo. O alimento não tem glamour’’, acrescenta José Roberto Bottura, diretor-executivo da Ovos Brasil, entidade criada há um ano com o objetivo de promover o consumo do produto. A pesquisa ouviu consumidores, médicos e nutricionistas e foi feita a pedido da instituição que, a partir desses dados, começa a nortear ações estratégicas para desmistificar algumas questões a respeito do produto e com isso colocá-lo em lugar de destaque na alimentação diária do brasileiro.
  Segundo dados da entidade, o consumo de ovos no Brasil é muito pequeno se comparado ao de outros países. Anualmente o brasileiro come em média
de 132 a 134 unidades. Entre os países mais consumistas do produto
estão o Japão, Israel e França, com uma média de 300 unidades/ano,
seguidos dos Estados Unidos com o consumo de 270 ovos.



Segundo a nutricionista Valéria Arruda Mortara, não se deve comer mais do que um ovo por dia, já que a quantidade de colesterol que existe em uma gema (240 miligramas) é quase o total do que o ser humano precisa diariamente, cerca de 300 miligramas


Com produção média de 5,6 milhões de ovos/dia, o Paraná é o quarto maior produtor do País


O Programa Folha Cidadania tem como objetivo criar o hábito de leitura entre os jovens.

mockup