Número de ocorrências positivas foi baixo
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quinta-feira, 23 de outubro de 2003
Alan Maschio<br> Reportagem Local 
Apesar de não ter iniciado os testes para a detecção de soja transgênica até o início da noite de ontem em alguns dos postos de fiscalização do estado, foram relativamente baixas as ocorrências positivas detectadas pela Claspar, empresa de classificação de produtos agropecuários, vinculada à Secretaria de Agricultura.
De acordo com Luiz Felipe Costa, gerente da Claspar Norte, até as 17 horas de ontem somente no posto fiscal Melo Peixoto, na divisa com o estado de São Paulo, entre Jacarezinho e Ourinhos, foram identificadas cargas de soja com material transgênico. ''Foram testadas cargas de 18 caminhões e em oito deles foi constatada transgenia'', conta.
O gerente da Claspar explica que os motoristas com caminhões nos quais é identificada a carga transgênica são orientados a voltar a sua origem. Nem o trânsito da carga é permitido no estado. Os testes promovidos pela Secretaria de Agricultura devem continuar até a próxima segunda-feira. Após o início da semana, somente cargas com certificação de origem poderão transitar pelo Paraná.
De acordo com boletim divulgado no início da noite de ontem pela Secretaria de Estado da Agricultura, no posto fiscal de Guaíra, nenhuma das 34 cargas fiscalizadas foi dada como positiva. Em Porto Camargo, na divisa com Mato Grosso do Sul, 15 caminhões estavam parados à espera da realização dos testes; com seis amostras coletadas. Em Porecatu, 40 caminhões (coletadas amostras de 12, todas com resultado negativo); e em Diamante do Norte, próximo a Paranavaí (noroeste do Estado), 27 aguardavam os técnicos da Claspar; no posto de Charles Naufal (divisa com São Paulo) havia um caminhão esperando; em Santo Inácio, seis parados e em Itaguajé, oito caminhões também aguardavam pelo teste.


