Rio de Janeiro - Um dos principais fenômenos diagnosticados pela pesquisa mensal de emprego em setembro foi a continuidade da redução do número dos inativos. A queda consecutiva no rendimento dos trabalhadores está reduzindo a população não economicamente ativa, que não trabalha ou procura emprego e inclui donas de casa, estudantes e aposentados.
A necessidade de contribuir para o rendimento da família levou a uma redução da população inativa em 561 mil pessoas de setembro do ano passado (16,02 milhões de pessoas) para setembro deste ano (15,46 milhões). Também houve queda, equivalente a 215 mil pessoas, no contigente de inativos em setembro na comparação com agosto.
O gerente da pesquisa disse que a maior parte dos inativos que passaram a integrar o grupo dos ocupados tem como principais características ser do sexo feminino e chefe de família ou cônjuge, baixa escolaridade (quatro a sete anos de estudo), idade alta (50 anos ou mais) e renda no trabalho em torno de, no máximo, R$ 200.

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