Curitiba - Os R$ 312 milhões que a Copel terá que pagar para a Companhia de Interconexão Energética (Cien) ainda representam menos de 50% do que a companhia teria que pagar à empresa chilena, caso o contrato não fosse renegociado, justificou o diretor da Copel, Gilberto Griebler. O valor inclui ainda o débito existente desde o início do ano que não foi pago.
Não fosse o acordo, a empresa paranaense teria que pagar R$ 750 milhões para a compra de 800 megawatts de potência. A renegociação incluiu a redução do prazo de pagamento de 20 anos para 7 anos e a compra de energia foi cortada à metade, de 800 mw para 400 mw.
Griebler lamentou que o Paraná foi criticado dentro e fora do País por romper contratos, mas o resultado final mostra que o governo estava certo, declarou. O contrato com a empresa Cien foi rompido pelo governador Roberto Requião no início do ano, por considerar as cláusulas lesivas ao Estado.

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