Novo conceito de operação inclui rodovia
Novo conceito
de operação
inclui rodovia
No Projeto Ferroeste foram adotados os modernos conceitos de intermodalidade e logística. No trecho em funcionamento, a chegada das mercadorias até o terminal de embarque, em Cascavel, está sendo feita com o auxílio da frota rodoviária, já que os armazéns e silos de produtores e cooperativas se espalham por diversos pontos das redondezas. Já no futuro ramal de Foz do Iguaçu, as cargas usarão a via fluvial, após serem transportadas nos sentidos exportação e importação.
Dessa forma, o projeto procurou conjugar a capacidade de deslocamento de grandes volumes de mercadorias em longas distâncias, oferecida pela ferrovia, com a flexibilidade do transporte rodoviário e a economia da hidrovia.
Para os produtores, o projeto traz ainda outras vantagens. Assim como já aconteceu com a ligação Guarapuava-Cascavel, a operação dos ramais da Ferroeste deverá reduzir progressivamente os custos com fretes na região, em função da capacidade da ferrovia de atender, à médio prazo, a demanda hoje suprida quase que exclusivamente pelo transporte rodoviário.
Segundo os planos do governo, os investimentos na expansão da ferrovia e na implantação de pólos intermodais em Cascavel, Foz do Iguaçu e Guaíra serão transferidos à iniciativa privada, para que o Estado possa concentrar-se no atendimento de setores de sua exclusiva responsabilidade.





