O governo liberou R$ 50 milhões para a criação de uma nova estatal: a Comercializadora Brasileira de Energia Emergencial (CBEE).
Essa empresa irá comprar a energia emergencial anunciada pelo governo, que virá principalmente de usinas termelétricas embarcadas.
Mesmo com o eventual sucesso do programa de racionamento este ano, o governo precisa garantir aproximadamente 4 mil megawatt (MW) de energia emergencial ano que vem para que não haja novo racionamento.
A energia emergencial será, necessariamente, mais cara do que a que é vendida hoje pelas geradoras. Isso significa que, no reajuste anual das distribuidoras, haverá repasse desse custo para o consumidor.
O contrato entre a CBEE e os ofertantes de energia, no entanto, poderá ser reajustado com prazo inferior a um ano por causa da variação cambial.
O governo já definiu que o custo dessa energia só será repassado para o consumidor na data normal de reajuste da distribuidora. Até lá, a CBEE irá assumir o aumento de custo.

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