Nova coleção chega com preços estáveis
Os sapatos são outro capítulo a parte. Essas peças vêm com laços, fitas, corações e flores. Em alguns deles os detalhes podem ser tirados ou colocados conforme a ocasião na qual serão usados. As cores mais usadas são rosa e azul bebê, dourado e prata, além do cru. A Casa de Alice tem um tamanco com flor por R$ 100 e um com salto e laço por R$ 170.
As peças que fazem parte deste estilo são oferecidas em outros locais. Em uma rede de loja de departamentos a coleção de verão chegou em agosto. Lá é possível encontrar roupas como um vestido em jeans com babados, aplicações de renda na barra e decote ''princesa'' por R$ 99,90. Outra peça que faz parte da coleção é uma blusa com corações e alusão a torre Eiffel (R$ 25,90). A loja oferece ainda vestido com flores e babados (R$ 69,90), corpete jeans amarrado na frente (R$ 69,90), vestido com fundo rosa, babados e estampa com flores (R$ 79,90), vestido em cetim com sobreposição de renda e tule nos ombros (R$ 119), corpete em cetim branco com renda sobreposta preta (R$ 59,90), blusa rosa com babados nos ombros (R$ 59,90), entre outros.
Na parte dos acessórios é possível encontrar colar com elementos como pérolas e laço dourado com strass (R$ 29,90), colar com laços rosa e dourado (R$ 27,90), colar com flores confeccionadas em tule e pérolas (R$ 69,90).
Setor
A maior parte das lojas já está com a coleção de primavera/verão em meados de agosto. Em setembro, geralmente, todas as mercadorias já estão disponíveis para venda. No começo de novembro começa o lançamento do alto verão.
De acordo com o presidente do Sindicato da Indústria do Vestuário de Curitiba e Região Leste do Paraná (Sindivest), Ardisson Naim Akel, as peças estão com preços estáveis em relação ao mesmo período do ano passado. Segundo ele, apenas alguns produtos devem ter aumento que deve chegar a, no máximo, 5%. Os importados ou as roupas que utilizam matéria-prima importada devem ficar com valores estáveis em função da queda do dólar. Ele destacou que hoje o maior limitador do setor é a falta de mão de obra qualificada. (A.B.)





