NOTAS
Indicador O indicador de milho, calculado pela FGV/BM&F, ficou ontem em R$ 11,11/saca de 60 kg, queda de 0,09%. Em dólar, a cotação ficou em US$ 4,52/saca, alta de 1,35%. O valor a prazo ficou estável em R$ 11,30/saca.
Tempo de vitelos Depois do Vitelo Tropical, do Paraná, lançado pelo Iapar, no ano passado, chegou a vez do Estado de Mato Grosso do Sul lançar, através da Embrapa e do Instituto Parque Pantanal (IPP), a Vitela Pantaneira. Refere-se à carne de bezerra, de um ano de idade, alimentada - segundo as instituições - exclusivamente de leite.
Carne suave A Vietla Pantaneira tem carne suave, quase sem gordura e é resultado de um projeto-piloto desenvolvido durante três anos pelas duas instituições que esperam atingir uma produção de 13.000 toneladas/ano, que será conhecida no mercado internacional como Brazilian Beef.
Tecnologia A tecnologia desenvolvida pela Embrapa Gado de Corte e o IPP conseguiu obter um novilho jovem, de 180 a 200 quilos e 55% de carcaça, o que é considerado um bom padrão de aproveitamento.
Convênio Para certificar a qualidade do produto, o IPP vai firmar um acordo com o instituto francês de certificados de produtos orgânicos, imprescindível para que a vitela pantaneira possa ser comercializada na Europa.
Carne/Argentina O volume de exportação de carnes argentinas caiu 48,6% no primeiro quadrimestre de 2001 em relação ao mesmo período do ano passado, devido ao fechamento dos mercados internacionais após a reaparição da febre aftosa, informou a Câmara de Indústria de Comércio de Carnes e Derivados da República Argentina.
Produção é menor A epidemia detectada na Argentina provocou nos cinco primeiros meses deste ano uma redução de 7,6% na produção de carne bovina no país. No primeiro quadrimestre de 2001 foram exportadas 67.752 toneladas gerando uma renda de US$ 107,8 milhões que, em relação ao mesmo período de 2000, representam uma baixa de 48,6% no volume exportado e 51,2% na arrecadação.
Inglaterra Os altos custos de compensação para pecuaristas britânicos que sacrificaram animais por conta da epidemia de febre aftosa estão dando origem a novos ricos, os chamados milonários da aftosa. Pelo menos 37 fazendeiros pediram ao governo compensação de US$ 1,5 milhão pelas perdas com a doença, detectada em fevereiro, segundo o Departamento de Meio Ambiente, Alimentação e Assuntos Rurais.





