Carne suína A Assuinoeste promove amanhã, em Toledo, reunião com representantes de vários segmentos da cadeia da carne suína para avaliar a situação do comércio diante da suspensão temporária das exportações, motivada pela aftosa, e a tendência dos preços. A informação foi dada ontem pelo diretor-técnico da APS, o médico-veterinário Severino Bezerra.
Preços Especialistas em mercado agropecuário acreditam que os preços de suínos, bovinos e aves devem se recuperar. A queda recente se deve à aftosa, mas a médio e longo prazo - ou seja para o segundo semestre - a perspectiva é de alta.
Russos/carne Uma missão russa, que esteve no Brasil por 42 dias, habilitou para exportações 23 abatedouros de bovinos, 18 de suínos e 13 entrepostos.
Bezerros O indicador do preço do bezerro da Esalq/BM&F fechou ontem a R$ 1,846/kg, alta de 2,16%. O preço a prazo fechou a R$ 1,858/kg, alta de 2,09%.
Soja/RS Produtividade recorde no Rio Grande do Sul: 2,288 mil quilos por hectare; a previsão é colher 6,6 milhões de toneladas de soja.
Café/Amaral O embaixador brasileiro em Londres e presidente da associação dos produtores, Sergio Amaral, diz que a queda dos preços não se deve tanto ao não cumprimento do acordo, mas a um problema estrutural de excesso de oferta.
Pior crise Já em Trieste, na Itália, especialistas de 41 países discutem as perspectivas do mercado de café. A crise, a pior das últimas décadas, traz consequências graves para os países produtores. Andrea Illy diz que a saída é o aumento do valor do café pela busca da qualidade.
Arroz Os preços do arroz estão firmes em São Paulo. A pressão vem do Sul, onde a saca é negociada de R$ 13 a R$ 14, dependendo do tipo de pagamento, diz o analista Romeu Fiod. A alta em São Paulo ocorre, ainda, devido à redução de oferta do Mato Grosso. Na página 4, preços no Paraná.
Frete Terminado o período de pico da safra, o preço dos fretes começa a voltar ao normal. No período de maior demanda por fretes, o custo por tonelada do norte do Paraná para Paranaguá era de R$ 52. Atualmente está em R$ 35. Antes da safra, era de R$ 29.
Algodão/pluma O indicador de preço de algodão em pluma, calculado pela Esalq/BM&F, fechou estável ontem a R$ 0,8680 por libra-peso. Em dólar, o indicador fechou em alta de 1,08% a 37,48 cents de dólar por libra-peso. O valor a prazo fechou a R$ 0,8746 por libra-peso, estável.
Dólar/soja A alta do dólar no mercado interno e a elevação de preços na Bolsa de Chicago deram um empurrãozinho nos preços da soja. Em algumas regiões produtoras, a saca passou a ser negociada a R$ 17, com alta de R$ 1, segundo o cerealista José Pitoli.
Soja/Paraná O indicador de Preços da Soja Esalq/BM&F ficou em R$ 20,00/saca, alta de 1,99%. Em dólar, o indicador ficou em US$ 8,64/saca, alta de 3,10%. O indicador é calculado pela Esalq com base nos preços disponíveis em cinco praças do Estado do Paraná.
Dólar/milho A alta do dólar deve permitir a exportação de 2,5 milhões de toneladas de milho neste ano, segundo Pitoli. As exportações dão liquidez ao produto e não permitem maiores quedas de preço. Por ora, as chuvas indicam uma boa safrinha, o que deve elevar ainda mais a oferta do produto.
Indicador/milho O indicador de milho, calculado pela FGV/BM&F, ficou ontem em R$ 9,53/saca de 60 kg, alta de 1,17%. Em dólar, a cotação ficou em US$ 4,12/saca, alta de 2,49%. O valor a prazo fechou a R$ 9,60/saca, alta de 6,67%. Veja na página 4, os preços do milho nas principais praças do Parnaá.

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