Sem vaca louca Boatos que circularam ontem pelo mercado de que haviam sido encontrados os primeiros casos de vaca louca nas regiões de Limeira e de Rio Claro, no Estado de São Paulo, deixaram o setor de carnes preocupado. No fim, eram apenas especulações.
Nem raiva Júlio Pompei, coordenador da Coordenadoria da Defesa Agropecuária do Estado de São Paulo, diz que nem coleta de raiva foi feita ontem. Qualquer problema relacionado à vaca louca deve passar pela Defesa Agropecuária, em Campinas.
Sem cotas o único laboratório liberado para fazer análises sobre eventuais casos de vaca louca está em Santa Maria, no Rio Grande do Sul. Pompei diz que São Paulo pode mandar fazer a análise de 40 amostras por mês, ‘‘mas as coisas estão tão tranquilas que não estamos utilizando essa cota’’, diz ele.
Coincidências O secretário de Defesa Agropecuária do Ministério da Agricultura e do Abastecimento, Luiz Carlos de Oliveira, anunciará amanhã à tarde, em Brasília, as medidas que o país vem adotando para evitar a entrada da doença Encefalopatia Espongiforme Bovina, ou seja, o mal da vaca louca.
Feijão em alta A oferta menor de feijão no Estado de São Paulo está provocando elevação nos preços do produto. A queda de oferta se deve à entrada menor de feijão de outros Estados e a estragos provocados pelas chuvas nas culturas do produto.
No atacado A Bolsa de Cereais de São Paulo cotou a saca de feijão carioquinha a R$ 66, em média, no mercado atacadista de São Paulo, ontem. Nos últimos 30 dias, o produto já acumula alta de 28%.
Desempenho As exportações diárias do produtos do agrobusiness, incluídas as de calçados, madeiras e papel, somaram US$ 70 milhões no acumulado de janeiro deste ano, 35% a mais do que no mesmo mês do ano passado. Em relação a dezembro, a alta foi de 17%. (Vaivém das Commodities).

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