NOTAS
Veranico As preocupações dos produtores com um possível veranico a partir de amanhã não devem se concretizar. Ao contrário, serão vários dias de chuvas intensas na região Sul e em parte da Sudeste. Em Minas Gerais, Goiás, Espírito Santo e Mato Grosso as chuvas diminuirão, mas sem problemas para a lavoura.
Começa no Paraná O primeiro Estado a receber chuvas fortes nos próximos quatro dias será o Paraná, segundo Expedito Rebello, chefe da Divisão de Meteorologia Aplicada do Inmetro (Instituto Nacional de Meteorologia), em Brasília. As regiões do Estado mais atingidas serão leste, nordeste e norte.
Para o Sul A partir do dia 13 será a vez de Santa Catarina e Rio Grande do Sul receberem chuvas fortes. Em Santa Catarina, podem ocorrer enchentes. Já no litoral do Rio Grande do Sul as chuvas serão com ventos fortes, mas ocorrerão em uma área de pouca importância para a agricultura.
Carne O setor de carnes está com demanda fraca e preços em queda. A arroba do boi caiu para R$ 40 porque os frigoríficos diminuíram as compras. Eles não conseguem desovar os estoques.
Frango O frango recuou para R$ 0,95 o quilo da ave viva na granja, enquanto a arroba de carne suína caiu para R$ 27,50 em São Paulo, 8% menos do que os preços do final do ano passado.
Previsões O mercado trabalha com uma média de 74,6 milhões de toneladas na produção norte-americana de soja de 2000. O dado será divulgado pelo Usda amanhã e mostra queda em relação aos 75,6 milhões de t previstos em novembro.
Cai ainda mais? Algumas empresas, no entanto, prevêem uma safra bem menor. Em alguns casos, as previsões descem para 73,7 milhões de toneladas, apenas 2,4% acima da registrada em 1999 (72 milhões de toneladas).
Em queda O Índice de Preços por Atacado dos produtos agrícolas subiu 0,90% no último trimestre do ano passado, uma pressão bem menor do que a do terceiro trimestre, quando a alta tinha sido de 10,41%. Os dados são do Índice Geral de Preços da Fundação Getúlio Vargas.
Vilão O mamão (14%) esteve entre as maiores altas de preços no atacado em dezembro, segundo a FGV. Já o milho, que registrou queda de 15%, serviu de freio para a inflação no mês.





