Nota
NOTA
Boatos O delegado do Banco Central em Minas Gerais, João Antônio Fleury Teixeira, disse ontem em Belo Horizonte que a Polícia Federal abriu inquérito para investigar as responsabilidades por boatos surgidos esta semana, sobre uma suposta intervenção no Banco Real. Embora sem relevar nomes, Teixeira afirmou que já existem suspeitos no caso. Se comprovada a autoria dos boatos, que visariam a prejudicar a instituição financeira, os acusados podem pegar penas que vão de dois a seis anos de prisão. Isso é crime do colarinho branco, explicou.
De acordo com o delegado, o Real está em ótima situação patrimonial e continua sendo o quarto maior do País. Apesar dos boatos, que geraram incertezas em alguns correntistas, a instituição teria registrado mais depósitos que saques esta semana.





