Marister Oliveira graduou-se neste semestre como tecnóloga em polímeros Durante 10 anos ela foi técnica química em laboratório e, como trabalhava com elastômero (borracha), resolveu fazer o curso de polímeros, que engloba o material ''Resolvi me aperfeiçoar porque o segmento de elastômero tem carência de profissionais'', conta
Seus planos mudaram e acabou migrando para o segmento de plástico, ''que também tem bastante mercado para atuação'' Atualmente ela é bolsista de pesquisa e desenvolvimento pelo Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq) na Madeplast, em Curitiba, e está iniciando o mestrado em Engenharia de Materiais na UFPR
Ela afirma que o mercado de trabalho é bem amplo, sendo que o Paraná tem foco em plástico, enquanto o Rio Grande do Sul e São Paulo em elastômero e Santa Catarina em ferramentaria (molde) Para quem está na indústria e quer formação, ela indica o curso de Tecnologia em Polímeros ''É bem estimulante'', garante
Desde 1986, Eloi Ozires Zwierzikowoski trabalhava com ferramentaria na Hettich, também de Curitiba, quando resolveu buscar formação superior para assumir uma vaga de projetista de moldes dentro da empresa, função que passou a exercer desde 2007 ''Uma das exigências para concorrer ao cargo era ter graduação, por isso escolhi o curso Tecnológico em Polímeros, inclusive porque estava relacionado com o que faria na empresa'', conta
Esta graduação, segundo ele, oferece muitas possibilidades de atuação em vários ramos ''Os profissionais qualificados não ficam de fora'', diz ''Quem trabalha na área e quer adquirir mais conhecimento deve fazer o curso porque certamente vai aprender muita coisa válida para a sua carreira'', acrescenta (A V )

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