No Brasil, previsão é de R$ 3 trilhões
O consumo dos brasileiros ultrapassará a marca dos R$ 3 trilhões neste ano, segundo o IPC Maps. O crescimento é próximo de R$ 276 bilhões quando comparado com 2012 (cerca de R$ 2,73 trilhões). O índice deste ano revela que tanto as classes B como a classe média (B2 e C1) vêm respondendo cada uma, em qualquer análise, e a exemplo do ano anterior, pela metade de tudo o que é consumido no País.
As classes B (1 e 2) ainda são as que apresentam maior poder de compra e crescimento entre os brasileiros. Respondem isoladamente por R$ 1,359 trilhão, chegando a representar 48,5% do consumo nacional neste ano. A população desta categoria compreende o universo de 16,2 milhões de domicílios familiares, ou 32% dos existentes no País.
Se a análise for pela ótica da nova classe média, ou seja, os domicílios B2 e C1 somados, o IPC Maps 2013 estima que este agrupamento social puxe uma fatia de 43% do consumo nacional. São R$ 685,9 bilhões da classe B2 mais R$ 518,760 bilhões da classe C1.
Assim, o poder de compra da considerada nova classe média vai para R$ 1,205 trilhão, numa faixa populacional de 24,4 milhões de domicílios familiares - 48,2% dos domicílios brasileiros em 2013.
O diretor do IPC Maps, Marcos Pazzini, diz que a principal mudança nos dados nacionais em relação ao ano passado é a redução no potencial de consumo das classes B, de 50% para 48,5%, apesar de ter havido um crescimento de domicílios nesta faixa. ''Acredito que as classes B se endividaram muito e agora estão com o freio de mão puxado'', afirma. (N.B.)





