No Afonso Pena, obras estão atrasadas
No Paraná, o Aeroporto Internacional Afonso Pena, em Curitiba, integra o grupo de terminais do País que receberá reformas para atender a demanda imposta pela Copa do Mundo de 2014. A previsão é de investimentos de R$ 72,8 milhões. Até o ano passado, R$ 21,42 milhões deveriam ter sido utilizados. Estudo realizado pela Controladoria Geral da União (CGU), entretanto, revela que até o final de 2010 foram contratados apenas R$ 2,8 milhões e executados R$ 1,48 milhões, o que corresponde a 2,03% do previsto.
Estudo do Sindicato Nacional de Empresas Aeroviárias (Snea) relata situação crítica nas instalações de check-in em determinados períodos de operação e limitação na concessão de novos espaços de áreas de apoio à operação. Conforme o sindicato, as esteiras de bagagens do embarque e desembarque são antigas e obsoletas e frequentemente causam danos. Outros pontos críticos são a pista de pouso (hoje com 2215 metros x 45 metros), que necessita ampliação para 3 mil metros x 60 metros, além de construção de saídas rápidas; o pátio de aeronaves, que demanda mais posições de estacionamento; e a ampliação do terminal de passageiros e do estacionamento de automóveis.
A superintendência da Infraero no Aeroporto Afonso Pena não falou com a FOLHA. A assessoria de imprensa informa que as obras previstas são ampliação do pátio de aeronaves, com oito novas posições para estacionamento de aeronaves; ampliação do Terminal de Cargas (Teca) em 5 mil metros quadrados; ampliação do Terminal de Passageiros (para atender 8,3 milhões de viajantes ao ano); ampliação do estacionamento de veículos; e implantação de infraestrutura de dutos e bases metálicas para luminárias embutidas, reparação do pavimento, complementação e instalação de luminárias e sinalização horizontal da pista 15/33 e trechos de taxiways.
A única obra já em andamento, segundo a assessoria, é a ampliação do Terminal de Cargas, cuja previsão de investimento é R$ 17 milhões e término programado para o segundo semestre. (C.A)





