Nissan ainda significa prejuízo
''O mercado brasileiro ainda significa prejuízo para a Nissan, mas a expectativa é que esse cenário mude nos próximos anos''. Essa foi a afirmação do presidente dos grupos Renault e Nissan, Carlos Ghosn, que destacou que a Nissan, cuja fábrica também fica em São José dos Pinhais, está longe do seu potencial no Brasil, mas que deve reverter esse quadro em breve.
A expectativa pode ter como base o resultado deste ano da montadora: a Nissan prevê encerrar as atividades em 2007 com cerca de 11,5 mil unidades vendidas, um crescimento de mais de 100%. Segundo a direção, este é o melhor resultado da história da montadora no Brasil, desde o início de suas operações em 2001. Um dos motivos para o crescimento foram três novos modelos da marca introduzidos no mercado brasileiro: Nissan Tiida e Sentra e a nova Frontier.
Ghosn acredita, no entanto, que a Nissan deverá crescer e conquistar seu espaço no mercado brasileiro quando desenvolver aqui no País um modelo voltado especialmente para o consumidor local. Sem data prevista, ele disse que a montadora deverá lançar um modelo popular que vai conquistar os consumidores brasileiros. Alguns ''boatos'' dão conta que a Nissan pretende desenvolver um veículo mais popular sobre a plataforma do modelo Logan, da Renault. (E.Z.)





