Ney Alves de Souza (Ponto de Venda)
* O jornal que virou revista, Semana no Litoral, vem aí, em dezembro, com novos colaboradores, maior tiragem, novo formato, totalmente a cores e mudanças editoriais. Voltaremos ao assunto.
* A JJ Comunicação, de Curitiba, é a mais nova associada da BMA - Business Marketing Association, entidade fundada em 1922 e que reúne empresas e profissionais de marketing e publicidade de todo o mundo.
* A Editora Meio & Mensagem já está distribuindo as cédulas de votação nos candidatos ao Prêmio Caboré 97. Para cada uma das doze categorias são três indicações, escolhidas previamente. Os eleitores são os assinantes da revista.
* A ANJ - Associação Nacional de Jornais e a FENAJ - Federação Nacional dos Jornalistas promovem, hoje e amanhã, o Seminário O Papel do Jornal - 1977. Neste ano, em Curitiba, a ênfase é para a Qualidade Editorial: gestão empresarial, novas tecnologias e formação profissional.
* Info Exame será o novo título, a partir de dezembro, da revista Exame Informática, publicação especializada da Editora Abril. A edição de novembro tem uma relação de 260 sites úteis e 20 curiosos sites inúteis.
* A revista Mares do Sul, editada em Florianópolis, vai realizar amanhã, 27, em Curitiba, a entrega do 1.º Prêmio Mares do Sul de Turismo & Aventura.
* O acervo do jornalista Aramis Milarch, falecido em 1992, está sendo disponibilizado em site próprio na Internet, sob responsabilidade de seu filho, também jornalista, Francisco Milarch. Aramis deixou mais de 50 mil artigos, principalmente com assuntos da área cultural, já que era um grande apaixonado e especialista em MPB, teatro e cinema. O acesso é possível pelo endereço http:/www.millarch.org.
* Não cabe aqui identificar mas tem assessoria de imprensa que gasta 163 centímetros de papel de fax (do destinatário, lógico) para transmitir um press release que caberia tranquilamente em menos de 20 centímetros.
* O caderno Espaço de Marketing , tablóide especializado que sai encartado mensalmente na Folha do Paraná, dirigido pelos jornalistas Silvia Dias e Cícero Lira, firmou parceria com a OM2 Operações de Marketing para comercialização de anúncios.
* Esta coluna pode ser lida também dentro do site da Folha de Londrina/Folha do Paraná na Internet: www.folhaweb.com.br. Mensagens pelo e-mail: [email protected] ou telefone (041) 252-9448 e fax (041) 254-4439.Ney Alves de Souza (Ponto de Venda)
DIREITO DE ERRAR?
Parece uma reação em cadeia mas, depois do lançamento da campanha do McDonalds que despertou a atenção para o uso correto da língua portuguesa, também há manifestações sobre abusos na liberalidade da linguagem em anúncios e comerciais.
Pelo menos dois efeitos estão preocupando mais os interessados em manter a qualidade em textos, títulos, chamadas ou slogans (um belo exemplo!): a exagerada colocação de expressões em outras línguas - o inglês é imbatível - e a preguiça em substituir termos errados ou viciados do linguajar coloquial por colocações (verbais ou de concordância, por exemplo) corretas e com igual sonoridade ou ritmo.
DIREITO DE ERRAR? (2)
A maioria dos grandes jornais impressos tem um manual de redação que orienta sobre como resolver erros mais comuns no desenvolvimento de um texto. Nas redações de agências, o que vale é a criatividade, a comunicação, a identidade com o público potencial consumidor. E muitas vezes isso resulta em agressão à língua e em desprezo à inteligência do leitor/consumidor mais informado.
Por coincidência, os dois principais veículos especializados em propaganda/marketing desta semana (Meio & Mensagem e o caderno Propaganda & Marketing) trataram do assunto. O primeiro abriu duas páginas para a matéria, incluindo reproduções de anúncios e entrevistas com especialistas, mais o artigo O português maltratado, assinado por Miguel Jorge, vice-presidente de recursos humanos e assuntos corporativos da Volkswagen do Brasil; no outro, vale a pena ler, na coluna Lição de casa o texto de Stalimir Vieira, que é diretor da Stalimir Publicidade e professor da Escola Superior de Propaganda e Marketing de São Paulo.
A possível desculpa para erros em textos jornalísticos, tantas vezes redigidos sob pressão do horário de fechamento, não vale para erros em anúncios, por mais que a peça seja para ontem. Afinal, o texto sai da máquina (computador) do redator, passa por etapas de arte final e aprovação ainda na agência e, invariavelmente, pelo cliente.
Isso não impediu que uma distração comprometedora deixasse sair, na primeira linha de um anúncio da ABAP - Associação Brasileira de Agências de Propaganda, a frase Desculpe o mal jeito, mas essa afirmação não é casuística. É estatística. (Revista Veja de 1de outubro de 97). O grifo é nosso.
O assunto merece mais discussão.
LUTA CONTRA A AIDS
É da Master Comunicação, de Curitiba, a campanha que entrou no ar domingo passado, assinada pelo Ministério da Saúde e que coincide com a comemoração, a 1.º de dezembro (ou pode ser dia dois, como também consta no release) , do Dia Mundial de Luta Contra a Aids.
O tema escolhido para este ano é Crianças vivendo com Aids. O Brasil dá um abraço e está exposto (mídia nacional) em filmes para a televisão, spot de rádio, cartazes e um audiovisual em homenagem a seis entidades brasileiras que cuidam de crianças soropositivas.
FIXANDO A MARCA
Criados pela Opus & Múltipla Comunicação, estão no ar na emissora da Globo em Londrina, três comerciais institucionais da Docol, maior fabricante de metais de alto luxo do país e dona de alta tecnologia para controle do consumo de água. Além das linhas de funcionamento convencional, a Docol é especialista em torneiras de fechamento automático.
VITRINA





