O Instituto Verificador de Circulação - IVC, órgão independente, que faz auditoria contínua sobre circulação dos principais jornais e revistas do Brasil aponta, no relatório relativo a janeiro de 97, que a Folha é líder em número de assinantes em todo o Paraná, 8,3% acima do segundo colocado.
No ranking nacional a Folha está entre os dez maiores jornais auditados, sendo o primeiro do interior em circulação paga, à frente de outros com sede em capitais importantes.
O crescimento da Folha está creditado a um conjunto formado por constante preocupação com a qualidade (o primeiro do mundo a obter Certificado da Norma ISO 9002); ações de marketing; organização da distribuição e cuidado na entrega aos assinantes (o que resulta em um dos menores índices de reclamação entre jornais brasileiros, de apenas uma para cada 1700 entregas).
A cobertura jornalística da Folha em breve será muito mais abrangente, apresentando maior número de páginas regionais.



Banestado ocupa espaçoDentro de poucos dias entra no ar a nova campanha publicitária do Banestado que agora se posiciona como o único banco de varejo genuinamente paranaense. O tema vai destacar que o Banco tem ‘‘raízes’’ firmes no Paraná há 68 anos e que todas as decisões que afetam os negócios são tomadas aqui, com ênfase para as carteiras agrícolas e imobiliárias. Também sua área de influência está praticamente situada no Paraná, com apenas 40 agências em outras regiões, dentro de um total de 370.
A nova campanha já está sendo trabalhada pela Heads e Mercer, agências que atendem à conta do Banestado.



As grandes marcas Até pode ser um efeito inapelável da ‘‘globalização da economia’’ mas em poucos dias o Paraná perdeu duas grandes marcas de alcance nacional: a Eletrolux substitui definitivamente a Prosdócimo e HSBC se antepõe ao Bamerindus, em ambos os casos descaracterizando um esforço de mais de 40 anos para firmar as respectivas imagens.
Em tempos ’remotos’ ou recentes outros casos ficaram na história, como o de Móveis Cimo, Malas Ika, pianos Essenfelder, que desapareceram ou se tornaram inexpressivas, ou nomes centenários, como Açúcar e Café Diana (com restrições) e a tradicional Impressora Paranaense, que mudou de controle acionário.
Casos ainda podem acontecer e estão acontecendo, até em sentido contrário, com empresas paranaenses absorvendo outras do mesmo ramo e consolidando posições de mercado.


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