O uso de aplicativos terá mais sucesso nas áreas de entretenimento, publicidade e integração de negócios. A opinião é do diretor-presidente da consultoria A.T.Kearney, Raul Aguirre. ''Os aplicativos para ouvir música, ver TV, fotos, vídeos, acesso à comunidades on-line serão os que mais se destacarão, especialmente entre os jovens'', afirma. É no que aposta a M4U.
''Queremos atuar como provedor/integrador de mídia e entretenimento para celular, TV, PC etc. Hoje o usuário quer consumir onde ele estiver e naquele momento. Pode ser em casa, no trabalho, ou no caminho de um lugar para o outro. Queremos suprir esta necessidade'', diz Frances Malta Tanure, diretora de Mídia e Entretenimento da companhia.
Além disso, empresas do setor já veem realizando testes para personalizar campanhas publicitárias pelo celular. Por meio de um localizador, o comerciante poderia disparar promoções para os clientes que passassem pelo shopping ou pela rua. ''Já temos alguns projetos pilotos no Brasil na área de mobile marketing'', diz Marcelo Conde, presidente da Spring Wirelles. ''O sistema pode identificar padrões de consumo e gerar ofertas e promoções para aquela pessoa que está em determinado lugar.''
Para ele, no setor corporativo o uso de aplicativos no celular ou BlackBerry é ainda mais crítico e capaz de dar maior remuneração a desenvolvedores e operadoras. ''Você faz a automação da força de vendas, usando aparelhos móveis. Hoje já há vendedores que usam esses dispositivos para dar entrada de vendas e estoques online.'' (Roger Marzochi/AE)

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