São Paulo Segundo Francisco Padinha, a fusão vem sendo preparada há dois anos e só no final do ano passado foi decidida a mudança radical de nome, totalmente alheio aos nomes comuns das empresas ponto com. Padinha disse que a marca Vivo segue a mesma tendência da France Telecom, que criou a marca Orange, na Europa.
No Brasil, a intenção foi aliar ''vida'' à tecnologia. Na joint-venture, as duas empresas têm participação de 50% cada uma, sendo que a receita líquida dos dois grupos somou R$ 9 milhões no balanço de 2002.
Para o consumidor, o que muda é o acesso à tecnologia CDMA, considerada de terceira geração na área de telefonia celular e que permite acesso à internet de alta velocidade (banda larga) em várias regiões do País. Em termos de tarifa, nada foi anunciado. Padinha disse que a joint-venture está reservando um pacote-surpresa junto com o lançamento da marca, previsto para o próximo domingo. Ele salientou, porém, que as tarifas continuarão com suas diferenças regionais.
Segundo Padinha, existem limitações para as empresas de telefonia promoverem a redução da tarifas em deslocamento. Mas adiantou que reservam uma surpresa aos clientes em termos de tarifa no que se refere aos ''roamings'' (deslocamentos).(V.C.)

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