Se pequenos imãs seriam suficientes para melhorar a saúde, quem está exposto diariamente a esses campos, como técnicos de radiologia, estaria imune de qualquer enfermidade? De acordo com o radiologista Omar Taha, o que precisa ficar esclarecido é que existem dois tipos de radiação: as ionizantes e não-ionizantes.
''No caso da primeira, existe o raio-x, que hoje sabemos que não devemos nos expor diretamente com frequência, sob riscos de saúde. Já a segunda radiação, as não-ionizantes, existem as elétricas (intensidade variável), magnéticas e eletromagnéticas (campos emitidos por aparelhos como micro-ondas e celulares)'', pontua.
As radiações magnéticas, como o próprio nome diz, são resultado de um campo magnético. ''Temos o exemplo do aparelho de ressonância. Pessoas expostas a ele não sofrem efeito biológico algum, seja ele positivo ou negativo, tanto que até mulheres grávidas podem se submeter ao exame'', ressalta.
As eletromagnéticas, por sua vez, já tem sido alvo de investigações e estudos, mas sobre os prejuízos e não propriedades terapêuticas. ''Há documentos que relatam sobre a preocupação com a exposição tanto a campos elétricos e eletromagnéticos. Ainda assim, não existe comprovação sobre os eventuais malefícios.'' (M.T.)

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