NA WEB - De olho na classificação indicativa
Uma portaria publicada semana retrasada no Diário Oficial da União prevê a classificação indicativa em jogos e aplicativos distribuídos pela internet. Segundo informações do Ministério da Justiça (MJ), a portaria inclui os produtos voltados para PC, consoles, tablets e celulares. A classificação indicativa, por idade, avalia conteúdo de sexo, violência e drogas em mídias para apontar a faixa etária consumidora mais adequada.
A regra vale tanto para produtos nacionais quanto para aqueles hospedados em sevidores de outros países, voltados ao consumidor brasileiro. As recomendações deverão ser exibidas de forma nítida nos meios que divulgarem o produto, diz a portaria. Quem não cumprir a medida será punido pelo MJ.
O assunto coloca em jogo a questão da responsabilidade sobre o que crianças e adolescentes baixam na internet. Cada vez mais cedo, os pequenos ganham dos pais smartphones e tablets, e o grande apelo destes dispositivos é justamente a possibilidade de instalar e usar neles a grande variedade de aplicativos, que podem ser comprados nas app stores ou mesmo baixados gratuitamente.
● Em um censo realizado entre gamers pela Associação Comercial, Industrial e Cultural de Games (Acigames), chegou-se à conclusão de que apenas 4% dos pais avaliam a classificação indicativa de games antes de comprá-lo
● O recurso visa proteger a criança e o adolescente, mas não proíbe a venda caso o comprador não atenda à idade estabelecida, ao contrário dos casos em que a venda de jogos é feita em lojas físicas
O Programa Folha Cidadania tem como objetivo criar o hábito de leitura entre os jovens.





