Rio – O varejo restrito no País registrou em julho ante junho queda de 1,0%, a sexta consecutiva, afirmou ontem a gerente da Coordenação de Serviços e Comércio do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), Isabella Nunes. O resultado de quedas consecutivas foi uma retração de 2,4% desde janeiro. A última vez em que houve uma sequência tão grande na Pesquisa Mensal do Comércio (PMC) foi entre janeiro e julho de 2001, com recuo acumulado de 2,9% naquele intervalo. "É uma proporção diferente de queda", notou Isabella. "Em julho deste ano, tivemos uma intensificação dos recuos em todos os recortes."
A receita nominal cresceu 0,1% em um mês e 4,2% desde janeiro, mas o IBGE não faz a deflação de valores. No comércio varejista ampliado, que inclui o varejo e mais as atividades relacionadas a veículos e materiais de construção, houve crescimento sobre o mês imediatamente anterior, tanto para o volume de vendas (0,6%) quanto para a receita nominal (1,1%). Porém, as taxas acumuladas desde janeiro estão negativas em 6,5% nas vendas e em 0,3% na receita nominal.

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