A FOLHA também passou por algumas lojas localizadas na Rua Sergipe e percebeu que o fluxo de clientes não estava tão grande como no Calçadão. Em algumas lojas, a paradeira era nítida e os comerciantes estavam insatisfeitos com a movimentação.
A gerente da Audithorium, Lindalva de Oliveira, salientou que o movimento "não alterou em nada" com o Londrina Liquida. Mesmo com a loja com descontos variando de 10% a 30%, não houve o retorno esperado. "Estávamos aguardando um movimento parecido com o ano passado, mas não aconteceu. As vendas estão bem arrefecidas, mas temos que acreditar numa melhora neste segundo semestre."
No caso das Casas Ajita, o proprietário Fábio Ajita comentou que o movimento do Londrina Liquida foi razoável - não devido à campanha em si - mas porque os meses de maio e junho foram excelentes para a loja. "Tivemos um período de frio e o resultado disso foi ótimo. A campanha é válida, mas não dá para esperar um grande movimento com tanta sequência. O ano começou bem ruim, mas o inverno ajudou bastante e agora estamos empatando com 2015. Os clientes estão comedidos e comprando parcelado tanto no crediário, como no cartão." (V.L.)

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