Mudanças de controle também são comuns
Além das compras de empresas nacionais por estrangeiras, ocorreram mudanças de controladores estrangeiros em empresas no País. A Embratel foi vendida pela americana MCI à mexicana Telmex por cerca de US$ 400 milhões, e a rede de varejo Bompreço passou da holandesa Royal Ahold para a americana Wal-Mart Stores, um negócio de US$ 300 milhões. O Grupo HSBC fechou acordo, em 2003, para a compra das operações do Lloyds TSB relacionadas ao Brasil por US$ 815 milhões.
A tendência deve prosseguir este ano. Há dois meses, o chairman da Coca-Cola, Neville Isdel, mencionou a importância do mercado brasileiro, junto com a Rússia, Índia e China. O projeto é ampliar o portfólio de bebidas. No Brasil, a empresa está analisando a possível compra da Sucos Mais, baseada no Espírito Santo. A Coca-Cola não confirma o interesse.
No transporte aéreo, a TAP já confirmou o interesse em ter até 20% do capital da Varig e indicou que está coordenando um projeto de captação para a companhia aérea, que poderá agregar investidores internacionais. Outro exemplo de avanço do capital estrangeiro deverá surgir no setor bancário. O Pactual confirma as negociações para formar uma joint venture com o Goldman Sachs.





