A Oniria nasceu em 2002 na cabeça de um grupo de estudantes de vários cursos da Universidade Estadual de Londrina (UEL), que gostavam de jogos para computador. Em dois anos, lançou o principal título para vídeo games da empresa, no forte mercado alemão. Em mais dois, enfrentou o subsídio a empresas tecnológicas para novos países que entraram para a União Europeia, como a Grécia, que quase representou o ''game over'' para os empreendedores. Com o conhecimento de mercado, porém, usaram a criatividade e mudaram de ramo.

A partir dos jogos, a Oniria passou a desenvolver programas de treinamento de funcionários e, principalmente, simuladores de equipamentos para grandes empresas. Foco principal dos empreendedores londrinenses, os equipamentos de simulação respondem hoje por 68% do faturamento total, previsto para bater em R$ 2,5 milhões no ano.

Todos os sócios-fundadores já deixaram a Oniria, hoje comandada por pessoas que trabalhavam na companhia desde o primeiro ano. ''O último fundador a sair virou gerente regional de marketing da Intel há cerca de um ano'', conta Jorge Anelli, diretor administrativo e um dos sócios da Oniria.

Leia a reportagem completa de Fábio Galiotto em conteúdo exclusivo para assinantes da FOLHA.

Leia Também:

Produtos para Case e Petrobras são destaques

Internacionalização de empresa é próximo passo

mockup