O inquérito que apura formação de cartel nos preços de combustíveis em Londrina e constrangimento ilegal por parte de donos de alguns postos para forçar empresários do ramo a cobrar os mesmos valores continua sob avaliação do promotor interino de Defesa do Consumidor, Roberto Tonon Júnior. Ontem ele informou que estão sendo feitas algumas diligências pelo Ministério Público para instrução do processo.
''Devido à gravidade dos fatos e do número de pessoas envolvidas, tem que haver cautela na decisão'', disse, ontem à Folha, o promotor. Ele deve se pronunciar sobre o inquérito conduzido pelo delegado-operacional da 10 Subdivisão Policial, de Londrina, Márcio Vinicius Amaro, em meados da próxima semana.
No inquérito foram indiciados um gerente e sete proprietários de postos, cujos nomes são mantidos em ''segredo de Justiça''.

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