Arquivo FolhaStephanes prometeu criar um grupo de trabalho para estudar o problemaBRASÍLIA - Os motoristas profissionais, de ônibus e de caminhões, poderão obter jornada reduzida de trabalho ou mesmo, dependendo das condições insalubres de trabalho, conseguir de volta a aposentadoria especial. Solicitação nesse sentido foi feita ontem pelo presidente da Central Geral dos Trabalhadores (CGT), Enir Severino da Silva, ao ministro da Previdência Social, Reinhold Stephanes.
Stephanes prometeu a criação de um grupo de trabalho, com a participação dos sindicatos, para tentar estabelecer o grau de perigo e risco para a saúde dos profissionais. ‘‘O problema é como conseguir medir tecnicamente isso’’, admitiu o ministro.
O ministro assegurou que a aposentadoria especial, por categoria profissional, extinta desde o início de 1995, não volta mais. ‘‘A aposentadoria com menor tempo de trabalho tem que ser concedida, exclusivamente, ao trabalhador exposto a situação de risco para a sua saúde’’, garantiu.
O presidente da CGT concordou com o ministro. ‘‘O ideal era que não tivéssemos mais trabalhadores expostos a situação de desgaste’’, afirmou Silva.

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