Albari RosaO motorista Valter Rossi na rede, enquanto aguarda a hora de descarregarOs caminhoneiros que chegam a Antonina enfrentam um problema logo na entrada do município: uma fila que pode representar até 48 horas de espera. O caminhoneiro paulista Valter Marin Rossi sentiu na pele a falta de estrutura. Ele passou quase dois dias encostado na beira da estrada a espera de autorização para desembarcar o açúcar. Rossi viajou 750 km entre Barra Bonita (SP) e Antonina. Não esperava encontrar fila. ‘‘O problema é que tem pouco navio para muita carga’’. Como consolo, recebe da transportadora R$ 16,00 a cada hora parado.
Os moradores de Antonina também têm suas reclamações. ‘‘Os caminhões acabaram com as ruas da cidade’’, mostra o vendedor Manoel Virgílio de Sousa, apontando para os buracos na rua que dá acesso ao terminal. A prefeita Mônica Peluso está ciente dos prejuízos, mas garante que o retorno da atividade econômica compensa. (C.M.)

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