Morte de frangos pode custar R$ 320 mil
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sexta-feira, 08 de março de 2013
Mie Francine Chiba<BR> Reportagem Local 
O prejuízo com a perda de frangos em 12 granjas da cooperativa G7, em Mandaguaçu (Região Metropolitana de Maringá), em decorrência de uma queda de energia elétrica na última terça-feira, pode chegar a R$ 320 mil, afirmou ontem o criador João Martini, dono de quatro das granjas afetadas. Os criadores, de acordo com ele, chegaram a ficar cinco horas sem energia elétrica. Com isso, o sistema de resfriamento parou de funcionar, e os animais não resistiram ao calor. Segundo Martini, chega a 62 mil o número de aves mortas, o correspondente a 120 toneladas de aves e 20% da criação total da cooperativa.
A assessoria de imprensa da Copel afirmou que a queda de energia teria sido consequência de um desligamento acidental. A companhia deu o prazo de 30 dias até que a causa do desabastecimento seja apurada. Caso seja comprovado que é de responsabilidade da Copel, o ressarcimento poderá ser liberado aos criadores em seguida.
De acordo com o criador João Martini, o valor exato do prejuízo com a morte dos frangos deve chegar ao conhecimento dos cooperados daqui a cerca de duas semanas, depois que a abatedora começar a receber os lotes de frango das granjas da cooperativa e fizer os cálculos do ressarcimento que desejará pelas aves não entregues.


