O dólar comercial inverteu de mão ontem à tarde para fechar cotado a R$ 2,367 (queda de 0,88%), pelo segundo dia consecutivo. Uma entrada de cerca de US$ 200 milhões à tarde simultaneamente à atuação na venda de moeda de três grandes bancos pegaram o mercado sem liquidez e derrubaram as cotações. Na mínima, o comercial foi vendido a R$ 2,361, em baixa de 1,13%, depois de subir pela manhã até 0,38%, vendido a R$ 2,397. Esse avanço da moeda teve forte influência na formação da Ptax (média diária da cotação) – que fechou em alta de 0,25% a R$ 2,3880 na venda.
A agência Moody’s roubou a cena da prisão de Carlos Menem nesta quinta-feira. Além de elevar o rating de 15 bancos brasileiros e da Petrobras, a agência decidiu que o rating soberano do Brasil não mais será teto para a classificação de empresas, o que deve baratear e facilitar suas captações no exterior. A resposta do mercado foi imediata: a Bovespa fechou em alta de 0,88% e girou R$ 619 milhões. (Marisa Castelani, Márcia Pinheiro e Silvana Rocha)

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