A montadora francesa vai dar dez dias de férias coletivas entre 24 de junho a 3 de julho para 900 funcionários da fábrica veículos de passeio de São José dos Pinhais para desafogar os estoques. A fábrica de motores e utilitários vai operar normalmente.
‘‘Estamos ajustando a produção em função do mercado, como a GM já fez e outras estão fazendo’’, disse Maciet. A venda de veículos em todo Brasil foi de 110 mil unidades em maio deste ano, sendo que no mesmo mês de 2001 foram vendidos 160 mil carros. Ele disse que a greve dos auditores fiscais no Porto de Paranaguá está desorganizando a produção, por causa da demora para liberação de peças, mas as férias coletivas serão dadas por causa do desaquecimento do mercado.
Maciet reconheceu que a meta inicial de ser a quarta montadora no Brasil (brigando pela posição da Ford e ficando atrás de Fiat, Volkswagen e GM) foi exagerada. ‘‘A concorrência é muito mais forte do que imaginávamos. Mas ter 7% do mercado após sete anos de presença já é um desafio muito grande. Queremos fixar a marca Renault no mercado brasileiro’’, acrescentou.

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