São Paulo A Monsanto não informou se aceita voltar a negociar a forma e o momento, dentro da cadeia do agronegócio, de cobrança de royalties sobre o uso da tecnologia ''Roundup Ready'' na produção de soja transgênica. A Associação dos Produtores de Sementes e Mudas do Rio Grande do Sul (Apassul) pede que a taxa sobre propriedade intelectual só seja paga pelo produtor no ato da comercialização da safra, mesmo quando utiliza sementes certificadas. Nos termos atuais, o produtor que comprar semente certificada terá de pagar o royalty no ato. Já quem utilizar sementes guardadas da safra passada ou sementes clandestinas poderá pagar na venda da safra.
Procurada pela Agência Estado, a assessoria de comunicação da Monsanto enviou nota em que defende a cobrança de royalties no ato da comercialização das sementes certificadas. A empresa alega que a cobrança é legítima mas não esclarece se pretende reabrir negociações com os sementeiros.

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