Modificação é a mais importante desde a criação
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mais importante
desde a criação
A indústria de fundos começa esta semana uma nova etapa, em que a possibilidade de saques diários remunerados deve ser a regra na maioria esmagadora das aplicações. O fim dos compulsórios e da exigência de carências renováveis é a mudança mais importante do segmento desde o surgimento dos FIFs, em outubro de 1995.
Com a liquidez diária, a divisão dos fundos não vai mais ser feita pelo prazo, mas pela política de investimentos. Os FIFs de curto prazo, de 30 e de 60 dias com carteiras idênticas vão ser fundidos, fazendo com que a indústria fique bem mais enxuta do que era. O diretor de Marketing e Produtos da Lloyds Asset Management (LAM), Álvaro Armond, diz que uma das grandes vantagens da liquidez diária é dar mais agilidade para o aplicador. Ele cita o caso hipotético de um investidor que tinha recursos num fundo de 60 dias e pretendia aplicar num fundo de ações. Como só havia saques remunerados a cada 60 dias, esse aplicador poderia perder essa possibilidade caso o vencimento de sua aplicação estivesse distante, ou seria obrigado a perder todo o rendimento para mudar de fundo. Com a liquidez diária, caso haja boa oportunidade em outro mercado, a mudança de aplicação fica mais fácil.





