Modalidade tem 3,6 mi de adesões
A ampliação do leque de produtos, permitindo a venda de créditos para os serviços da saúde (médicos e odontológicos, incluindo as cirurgias estéticas), educação (cursos de graduação e pós, no Brasil e exterior) e de turismo foi um dos grandes ganhos com a nova lei federal 11.795.
''Estes são alguns dos exemplos do que será possível fazer com o consórcio de serviços'', comenta Rodolfo Montosa, presidente da Associação Brasileira de Administradoras de Consórcio (Abac). O sistema de consórcio reúne cerca de 3,6 milhões de pessoas no Brasil. ''É importante que se esclareça que as administradoras não vão vender os serviços - a cirurgia, o implante dentário, a prótese ou o curso de pós graduação. Não é competência do sistema'', diz.
Ele acrescenta que a lei regulamenta a inclusão destes serviços como produtos para a aquisição de uma carta de crédito. ''Tendo o dinheiro para pagar, o paciente vai a dentistas ou médicos de sua confiança, faz o orçamento e escolhe o profissional que melhor lhe convém'', observa Montosa. O diferencial, segundo ele, é que o consumidor que planejou os tratamentos médicos ou odontológicos eletivos, ao ser contemplado, paga o serviço à vista o que lhe garante maior poder de negociação.
''Quando a pessoa tem o dinheiro para o pagamento à vista, há uma relação mais equilibrada entre o consumidor e o prestador do serviço porque nesta forma de pagamento há a possibilidade de negociação. (Reportagem Local)





