A chamada da Central Única dos Trabalhadores (CUT) para a greve nacional não mobilizou muitas pessoas no Paraná. Apenas os petroleiros da Refinaria Presidente Getúlio Vargas (Repar), em Araucária, na região metropolitana de Curitiba, atrasaram a troca do turno em cerca de uma hora e funcionários da Hidrelétrica Itaipu, em Foz do Iguaçu, fizeram um ato por aproximadamente duas horas em frente à usina. Sindicalistas de Foz fixaram cruzes no chão simbolizando os benefícios que podem ser reduzidos e usaram um caixão se referindo à ‘‘morte da CLT’’. Em nenhum dos dois casos houve problemas com a produção.
Em Curitiba, cerca de 500 trabalhadores e estudantes, segundo a Polícia Militar (mil, de acordo com a CUT), fizeram uma manifestação pela manhã. Eles se reuniram na Praça Santos Andrade e foram em passeata até a Delegacia Regional do Trabalho e, depois, à Boca Maldita, local de manifestações no centro da cidade, onde dirigentes discursaram. Em Maringá, houve manifestações durante todo o dia. Em Londrina, um grupo de pessoas se concentrou no Calçadão.

mockup