Brasília - A assinatura básica do telefone popular negociado pelo governo com as operadoras de telefonia fixa será 50% mais barata que o preço atual, que está próximo de R$ 40 com impostos. A informação foi dada ontem pelo ministro das Comunicações, Hélio Costa, durante audiência pública na Comissão de Educação do Senado. Ele disse que deverá acertar hoje, em reunião com as teles fixas, os detalhes finais do serviço, que será voltado para a população com renda de até três salários mínimos, e estará disponível ainda neste ano.
Segundo o ministro, o telefone popular deverá permitir o acesso a todos os serviços disponíveis para os telefones fixos atuais, inclusive chamadas para celular e DDD. Ele não soube dizer, no entanto, se o serviço incluirá ou não alguma franquia de pulsos (ou minutos). Hoje a assinatura básica mensal permite que o usuário utilize 100 pulsos em ligações locais de telefone fixo para fixo.
''A previsão é atender a 35 milhões de pessoas que não têm telefone'', disse o ministro, ao informar que a identificação dos possíveis beneficiários do serviço deverão ser feita por meio de cadastros do próprio governo.

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