O ministro Francisco Dornelles (Trabalho) afirmou ontem que gostaria de negociar o mais rápido possível com os sindicatos o pagamento da correção do FGTS. Dornelles, que se reuniu com o presidente do Supremo Tribunal Federal, Carlos Velloso, e com o advogado-geral da União, Gilmar Mendes, disse também que seria importante um acordo que envolvesse todas as partes.
Segundo ele, caso isto não ocorra há o risco de a Justiça ser obrigada a analisar uma série de processos questionando a decisão. Dornelles afirmou que a CGT e a Força Sindical já apresentaram suas propostas para a correção, mas que a CUT ainda não o fez. O passivo referente à correção do FGTS, segundo o ministro, é de R$ 40 bilhões, ou seja, duas vezes a arrecadação anual do governo do Estado de São Paulo.

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