Ministro diz que Sprint deve abrir mão da Intelig
Ministro diz que
Sprint deve abrir
mão da Intelig
O ministro Pimenta da Veiga (Comunicações) disse ontem que, diante da confirmação da fusão das operadoras norte-americanas MCI WordCom e Sprint, a Sprint deverá ser obrigada a abrir mão de sua participação na Intelig, empresa-espelho da Embratel.
A MCI controla integralmente a Embratel (comprada no leilão de privatização do Sistema Telebrás por R$ 2,65 bilhões) e a Sprint detém 25% do consórcio que adquiriu a Intelig.
A Lei Geral das Telecomunicações, que acabou com o monopólio no setor, impede que um mesmo grupo explore o mesmo serviço em uma mesma região do País. Isso significa, na prática, que os controladores da Embratel não poderiam ser os mesmos controladores de sua espelho.
Para Pimenta, é mais razoável que a Sprint abra mão de seus negócios no País, já que a participação da empresa na Intelig é menor do que a da MCI na Embratel. No Brasil, a Sprint divide o controle da Intelig com a France Telecom (da França, com 25%) e com a National Grid (inglesa, com 50%).
Pimenta foi comunicado oficialmente da fusão por representantes da Intelig no Brasil. No encontro, eles afirmaram ao ministro que a empresa seguirá a legislação brasileira.





