O ministro da Agricultura, Reinhold Stephanes, destacou ontem, na abertura do 1º AgroEx - Seminário do Agronegócio para Exportação, que o Brasil é um dos países com mais potencial de atender a demanda futura por alimentos no mundo. ''Na soja, por exemplo, apenas três países produzem excedentes para exportação e um deles é o Brasil'', ressalta.
A organização para Agricultura e Alimentação (FAO), órgão vinculado à ONU, aponta que para 2050 haverá 9,1 bilhões de pessoas no mundo e uma necessidade de 70% a mais de comida. ''Quem poderá dar resposta a essa necessidade? Países com terra, tecnologia, organização de produção e produtores. E nós temos isso'', afirmou o ministro.
Além de trabalhos internos, incentivando a produção, o ministério também tem atuado fora do País, ajudando na comercialização dos produtos. E pela primeira vez, o Brasil vai contar com adidos agropecuários, ou seja, profissionais que vão atuar em oito países trabalhando e solucionando especificamente questões agrícolas. Esses profissionais devem dar início oficialmente às ações no próximo mês.
O Mapa também tem um trabalho de difundir as possibilidades de mercado, disseminando informaçções, acrescentou o ministro. Para Stephanes, a principal vantagem para o produtor ao exportar é melhorar a renda da família. E acrescentou: ''O Paraná é um dos maiores exportadores e está preparado para mais''. (E.Z.)

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