Agência Estado
O Ministério da Agricultura deverá adotar até a próxima safra uma alternativa para diminuir os prejuízos do pequeno citricultor (com menos de 120 ha) em cuja propriedade tenha sido detectado cancro cítrico. O coordenador geral do Programa Nacional de Erradicação do Cancro Cítrico, José Ribeiro, afirmou ontem que está sendo estudada uma forma de alterar a especificação de zona livre do cancro.
Atualmente, apenas são consideradas áreas livres e com condições de exportar citros ‘‘in natura’’ as propriedades que não registraram focos de cancro em um prazo de 24 meses ou que já erradicaram os focos antes desse período. A idéia é adotar o mesmo sistema que vem sendo utilizado pela Argentina e que, segundo técnicos daquele país, já está sendo aceito por parte do Mercado Comum Europeu: apenas a árvore doente é considerada fora da zona livre. O restante do pomar é considerado sadio, desde que haja monitoramento.

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