As 3.963 toneladas de milho argentino que chegaram ao porto de Rio Grande (RS) ontem só serão liberadas depois que for provado que o cereal não é transgênico. A informação foi dada ontem pela Procuradoria da República.
O navio Pionner, de bandeira maltesa, atracou no final da tarde de segunda-feira carregado com milho e mais 22.227 t de trigo argentino. O trigo será descarregado, mas o milho - que permanecerá em ambiente lacrado - será liberado depois de análises negativas feitas em três laboratórios.
O Ministério Público, o Ministério da Agricultura e a superintendência portuária, do terminal marítimo Luis Fogliatto S.A. firmaram termo de compromisso pelo qual permite-se a coleta de, pelo menos, três amostras do milho. Elas serão submetidas ao teste de detecção de transgenia - para saber se os grãos são geneticamente modificados. A procuradora da República em Rio Grande, Anelise Becker, disse que a carga será liberada caso nenhuma das amostras indicar resultado positivo.

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