Métodos diferentes para resultados semelhantes
Curitiba De acordo com o Instituto Paranaense de Desenvolvimento Econômico e Social (Ipardes), a inflação em Curitiba em outubro foi de 0,26%. O órgão utiliza metodologia diferente da usada pelo IBGE para calcular o Índice de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA). Mas a inflação acumulada no ano é semelhante segundo os dois institutos: 6,28% pelo Ipardes e 6,95% pelo IBGE.
Segundo o Ipardes, o vilão da inflação em Curitiba foram os planos de saúde, que subiram 3,99% em relação a setembro. Por causa dos reajustes nos medicamentos, o grupo de saúde e cuidados pessoais foi o que mais impactou no bolso do curitibano. A variação atingiu 1,82%.
O tomate foi o segundo item que mais influenciou o IPCA: alta de 42,67%, seguido pelo aumento de 10,55% no frango inteiro resfriado. Os alimentos e bebidas aumentaram 0,76% os preços. O grupo habitação sofreu aumento de 0,11%, influenciado pelo aluguel de residência (alta de 0,26%). Mas também houve redução de preços. Transporte e comunicação caíram -0,36%; o preço do álcool teve queda de -7,79% e a gasolina, -1,40%.





