Mestre de obras é feliz na profissão
O mestre de obras Joecimar Parizotto, 49 anos, tem residência própria em São José dos Pinhais, na região metropolitana de Curitiba, casa de praia em Pontal do Paraná e carro na garagem. A filha, de 18 anos, faz curso de Tecnólogo em Gestão Ambiental em uma instituição de ensino superior de Curitiba. Todas essas conquistas, ele faz questão de reconhecer, são resultado de uma carreira erguida na construção civil. Há 17 anos, o então serralheiro mudou-se de Ampére (Sudoeste) para a Capital e começou a trabalhar como pedreiro. Na Construtora Lavitta, ele não perdeu um curso ofertado pela empresa e foi se atualizando e sendo promovido "Estou muito contente com o meu trabalho. O salário está valendo a pena", conta Joecimar.
O mestre de obras reconhece que desempenha um trabalho valorizado no mercado, principalmente porque tem o que as empresas cobiçam: qualificação e experiência. Tanto que ele recebeu convites para trabalhar em São Paulo e Mato Grosso. "É bom para alimentar o ego", brinca. Mas a intenção dele é continuar em Curitiba. Nesses quase 20 anos na construção civil, ele percebeu a diferença no perfil dos trabalhadores. "Antigamente a gente era mais comprometido, porque o emprego era muito mais difícil", lembra. (A.D.C.)





