Ibovespa
sobe

Dólar
desce

Índice da bolsa brasileira fecha com alta de 0,69%
Na ausência de um noticiário doméstico com maior repercussão, o Ibovespa seguiu o dia em valorização, embalado pelo bom momento da Petrobras e outras empresas ligadas às commodities. O ritmo da alta, porém, foi ditado principalmente por seu correlato direto em Wall Street, o Dow Jones. O índice à vista da bolsa brasileira testou o nível dos 86 mil pontos justamente no momento em que, em NY, o Dow passou a operar no terreno positivo. Mas depois arrefeceu, também com uma nova invertida de tendência do índice americano. O Ibovespa subiu 0,69%, fechando aos 85 495,24 pontos.

Petrobras fecha em alta e é destaque positivo da bolsa
Na sessão de negócios desta quinta-feira (1), a Petrobras foi destaque positivo entre as companhias listadas, com as ações ON e PN fechando em alta de 3,90%, a R$ 22,13, e PN, 4,16%, a R$ 20,52. Entre os fatores limitantes para o melhor desempenho do Ibovespa no pregão, analistas citaram o recuo nas ações do Bradesco, que, muito embora tenha apresentado bons resultados em balanço divulgado nesta quinta, apontou maior provisão para devedores duvidosos. Os papéis PN do banco tiveram desvalorização de 2,65%, a R$ 39,67.

Real se valoriza e Dólar cai para patamar dos R$ 3,16
O cenário favorável a ativos de risco e a fraqueza do dólar no exterior levaram o real a se valorizar, com a moeda dos EUA caindo para o patamar dos R$ 3,16. Segundo analistas, os investidores seguem otimistas com o Brasil, e os dados econômicos mais recentes corroboram a percepção de que a economia doméstica está de fato se recuperando. Nem mesmo as incertezas em relação à votação da reforma da Previdência neste mês e o vencimento, nesta sexta-feira (2), de US$ 3 bilhões em linhas leiloadas pelo Banco Central em dezembro tiraram o bom humor do mercado. O dólar à vista fechou em baixa de 0,67%.

Dia foi de volume moderado de contratos movimentados
Os juros futuros de longo prazo fecharam em queda, enquanto os vencimentos curtos encerraram estáveis a sessão regular desta quinta-feira (1), que teve volume moderado de contratos movimentados. A taxa do contrato de Depósito Interfinanceiro (DI) para janeiro de 2019 terminou em 6,805% (mínima), mesmo nível do ajuste anterior, e o DI para janeiro de 2020 passou de 8,00% para 8,01%. A taxa do DI para janeiro de 2021 encerrou em 8,81%, de 8,82%. O DI para janeiro de 2023 encerrou com taxa de 9,47% (mínima), de 9,51%, e a do DI para janeiro de 2025 caiu de 9,86% para 9,79% (mínima).

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