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Ibovespa
sobe
Dólar
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Índice da bolsa brasileira encerra aos 81.675,42 pontos
O fluxo de recursos segue sendo o fiel da balança para o desempenho do Ibovespa, que renovou nova máxima histórica. Após passar a manhã em queda, mostrando a cautela dos investidores pelo evento político que se seguirá nesta semana, o índice à vista Ibovespa firmou-se em trajetória de alta na segunda etapa da sessão de negócios. A mudança para o sinal positivo veio concomitantemente com a virada do principal índice em Wall Street, o Dow Jones, que abriu a sessão em queda e reverteu para alta acompanhando os pares em Nova York. O principal índice da bolsa brasileira fechou em alta de 0,56%, aos 81.675,42 pontos em nova máxima histórica.
Cotação das commodities sobem e beneficiam Bovespa
O apetite por risco segue na esteira da recuperação econômica global e a continuidade das políticas monetárias das nações desenvolvidas, que tornaram o dinheiro barato e abundante. Essa perspectiva positiva puxa a cotação das commodities para cima e beneficia a bolsa brasileira. As ações da Petrobras ON e PN finalizaram o pregão com ganhos de 1,04% e 1,15% na esteira da valorização dos contratos futuros de petróleo. Soma-se a isso, ressalta Álvaro Bandeira, economista-chefe da ModalMais, a busca dos investidores institucionais brasileiros, que seguem a modulação de suas carteiras já de olho na possibilidade de melhores ganhos da renda variável.
Dólar termina com alta de 0,25% na casa dos R$ 3,20
Após ter caído para o patamar de R$ 3,18 pela manhã, o dólar firmou-se no campo positivo à tarde e fechou em alta ante o real, na casa dos R$ 3,20. O movimento, motivado por um fluxo comprador, principalmente por parte de importadores, destoou do comportamento da divisa frente à maior parte das divisas emergentes e ligadas a commodities, que se valorizavam ante a moeda americana. Apesar de o mercado precificar que a condenação do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva será mantida em segunda instância, investidores começaram a demonstrar alguma cautela em relação ao desfecho do julgamento de quarta-feira (24). O dólar à vista fechou em alta de 0,25%.
Sessão de volumes fracos termina com juros perto da estabilidade
Os juros futuros terminaram a sessão regular perto da estabilidade e com viés de alta nos principais contratos, trajetória que foi vista desde a parte da manhã. Além de as taxas passarem o dia de lado, a sessão foi marcada pelo volume fraco. Tudo em razão do compasso de espera pelo julgamento do recurso do ex-presidente da República Luiz Inácio Lula da Silva. A taxa do contrato de Depósito Interfinanceiro (DI) para janeiro de 2019 encerrou em 6,920%, de 6,915%, e a do DI para janeiro de 2020 terminou em 8,09%, de 8,08%. A taxa do DI para janeiro de 2021 encerrou estável em 8,93%. O DI para janeiro de 2023 terminou com taxa de 9,72%, de 9,69%.





