Ibovespa
sobe

Dólar
desce

Bolsa brasileira encerra com ganhos de 1,49%
O Ibovespa operou ao sabor da valorização das commodities e o bom humor que se seguiu desde a manhã nos mercados internacionais. Após dois dias consecutivos de realização de lucros, o índice à vista retornou à trajetória de alta, conseguindo retomar os 79 mil pontos, ainda que em uma pontuação abaixo do recorde histórico apurado na segunda-feira (79.378,53 pontos). O pregão no mercado acionário brasileiro encerrou com o índice da principal carteira teórica apontando ganhos de 1,49%, aos 79.365,43 pontos. O volume financeiro, de R$ 8,70 bilhões, foi superior ao registrado na quarta-feira (10) e é considerado alto para os meses de janeiro.

Ações da Petrobras vão para perto de 3%
Lá fora, a cotação dos contratos futuros de petróleo em Londres bateu os US$ 70 por barril no meio da tarde. Teve efeito direto nas ações da Petrobras que iniciaram um rali, levando a uma valorização do papel para perto de 3%. Os investidores também consideram a melhora da gestão da petroleira. A sessão encerrou com as ações ON ganhando 2,47% e PN, 2,68%. A Vale ON, por sua vez, também subiu (1,95%) refletindo o preço do minério de ferro à vista no porto de Qingdao, na China, em alta de 0,98%. O bloco do setor financeiro também ganhou destaque nesse pregão, com Banco do Brasil ON subindo quase 2,28%. No ano, os ganhos com estes papéis chegam a 7%.

Dólar cai para menor patamar de 2018
O ambiente de maior apetite ao risco deste início de ano teve novo impulso. O dólar se desvalorizou frente a outras moedas fortes e também às de países emergentes. A alta do petróleo no mercado internacional contribuiu para este cenário. Com isso, a divisa americana caiu ante o real pelo segundo dia seguido, para o patamar de R$ 3,21, o menor em 2018 e o mais baixo desde 28 de novembro de 2017. O giro foi de US$ 1,180 bilhão. Na mínima, alcançou R$ 3,2136 (-0,67%) e, na máxima, R$ 3,2372 (+0,06%). No mercado futuro, o dólar para fevereiro terminou em queda de 0,43%, a R$ 3,2235. O volume foi de US$ 16,015 bilhões. Na mínima, chegou a R$ 3,2210 (-0,51%) e, na máxima, R$ 3,2455 (+0,25%).

Taxas de juros curtas terminam em alta
Diante da agenda fraca e noticiário sem destaques, os investidores continuaram ajustando suas apostas para a política monetária nos próximos meses, ainda sob o impacto do IPCA de dezembro, o que pressionou para cima os contratos de curto prazo, com respectivo alívio na ponta longa. A taxa do contrato de Depósito Interfinanceiro (DI) para janeiro de 2019 subiu de 6,865% para 6,890% e a taxa do DI para janeiro de 2020 encerrou na mínima de 8,04%, estável ante o ajuste anterior. O DI para janeiro de 2021 também terminou na mínima, de 8,88%, contra 8,92%. A taxa do DI para janeiro de 2023 caiu de 9,74% para 9,69% (mínima).

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